Notícia

O clássico "Dom Quixote", de Cervantes

Vradson Castro e Gustavo Rabelo (por: Fotos: Elisye Moreira/ SMCT)

Espetáculo de 2018 do Ballet da SMCT é baseado no clássico da literatura universal Don Quixote, escrito no século 17 e adaptado para o ballet em 1869

Publicado em 30/11/2018 Jaime Kaster - jornalista SMCT / PMI - 12:27

Espetáculo de 2018 é baseado no clássico da literatura universal Don Quixote de La Mancha, escrito no século 17 e adaptado para o ballet em 1869

Dom Quixote é um ballet de repertório dividido em quatro atos e oito cenas. Foi apresentado pela primeira vez em 1869, no Teatro Bolshoi, pelo Ballet Imperial da Rússia.

Nestas apresentações de final de ano 2018 da Escola de Ballet de Ibiporã (dias 29 e 30/11 e 01 e 02/12), Dom Quixote é encenado por Vradson Castro, e Sancho Panza, por Gustavo Rabelo, ambos atores de Ibiporã (foto).

O ballet é baseado em episódios retirados do famoso romance espanhol Don Quixote de la Mancha, escrito em 1605 por Miguel de Cervantes. Um clássico da literatura universal.

O PERSONAGEM

Dom Quixote é um pequeno fidalgo castelhano que perdeu a razão, de tanto ler romances de cavalaria e procura imitar os seus heróis preferidos.

De acordo com os livros que já havia lido, era essencial para um cavaleiro o casamento com uma grande dama. Afinal, essa seria a mulher responsável por guardar toda a sua honra após a morte. A escolhida por Dom Quixote foi Dulcinéia, uma lavradora que realmente roubou o seu coração.

O romance narra as suas aventuras em companhia de Sancho Pança, seu fiel amigo e companheiro, que tem uma visão mais realista.

Nas incursões da dupla pelas terras de la Mancha, de Aragão e da Catalunha , DOM Quixote se envolve em uma série de aventuras, mas suas fantasias são sempre desmentidas pela dura realidade. Levam pedradas, pauladas, causam confusões e levam surras. Em um episódio, Dom Quixote tenta enfrentar os moinhos de ventos, pensando serem monstros ou gigantes. Tudo para cumprir sua missão de defender a pátria.

Dom Quixote é um cavaleiro fora do seu tempo. Isso permitiu ao autor, Miguel de Cervantes, fazer uma sátira da sua época, usando a figura de um cavaleiro medieval em plena Idade Moderna, em uma Espanha que já duvidava de si mesma.